terça-feira, 24 de julho de 2012

Balanço (e um breve excerto)


Já voaram mais de três meses sobre lançamento do livro. O balanço continua a ser bastante positivo. Recentemente, foi o Segredo dos Livros que publicou uma breve mas motivante opinião acerca de O Templo dos Três Criadores, que passo aqui a citar:

Um livro muito interessante, repleto de personagens misteriosas, cheias de segredos.
Achei fantástica a forma como se desenrola todo o enredo, cheio de surpresas desde as primeiras páginas até à última.
A mitologia é também uma parte fascinante deste livro que nos ajuda a compreender melhor toda a trama, muito bem elaborada.
Fiquei agradavelmente surpreendida e desejosa do próximo volume.

Relembro os locais onde o livro se encontra disponível para venda. E aproveito igualmente a ocasião para deixar aqui um excerto do livro que terão oportunidade de ler no Capítulo 4. 

"O Templo dos Três Criadores era o monumento padrão entre os povos de raça humana que habitavam o Arquipélago de Lusomel há mais de dois mil e quinhentos anos. Metáfora de uma civilização, constituía um marco de tal forma assinalável que era raro passar-se junto de um e não se ficar simultaneamente intimidado e maravilhado com a magnificência que um edifício daqueles exibia. Em Boaliz, tal como nas principais cidades da maioria das ilhas, o Templo situava-se na praça central, a mais cosmopolita, por onde diariamente desfilavam carreiras de pessoas e mercadorias, homens e mulheres, nacionais e estrangeiros, soldados e comerciantes, nobres senhores e gentes do povo, sacerdotes tricolores e padres locais, vendedores e mendigos, animais e carroças, entre muitos outros. Era no seu seio que todos os anos tinham lugar os grandes festivais e celebrações, e nesses dias, fizesse sol, chuva intensa ou mesmo neve, fosse noite de Lua Branca ou Lua Negra, todos compareciam em massa para venerar os respectivos deuses. Das ilhas de norte a sul, até às mais exóticas dos mares a este e a oeste, deste e do outro lado do Grandemar, era sabido que sempre que um Templo era avistado, então era seguro que aquelas terras estavam sob o comando dos povos de raça humana, e que o Templo tinha sido edificado como um símbolo de união e identificação (...)".

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